04 – OCORRÊNCIA DE CAULIM EM ITAIÇABA, CEARÁ.

Ano 7 (2020) – Número 1 Artigos

 10.31419/ISSN.2594-942X.v72020i1a4MESX

 

 

1Milson Edmar da Silva Xavier*

2Mateus Fernandes da Silva Xavier

 

1Geólogo e Eng. de Segurança do Trabalho, colaborador do GMGA (Grupo de Mineralogia e Geoquímica Aplicada) e do Museu de Geociências do IG/UFPA,  milsonest@gmail.com;

2Mestre em Geologia, colaborador do GMGA (Grupo de Mineralogia e Geoquímica Aplicada) e do Museu de Geociências do IG/UFPA, mateusfsx@gmail.com.

*Autor correspondente.

 

ABSTRACT

In the Amazon, kaolin deposits show some correlation with lateritic profiles and are associated with intense weathering processes. Manifestations of kaolin-like material, relatively close to lateritic profiles, in ravines exposed on highways in the city of Itaiçaba, state of Ceará, led the authors to carry out this work, to collect field data that can confirm this correlation on the east coast of Ceará. In order to get this objetive, they extended their research to the municipalities of Aracati and Palhano, bordering Itaiçaba. This area is characterized by a low-lying regional plain, called the depression Sertaneja, which is strong dissected by weathering processes and erosion processes, where a typical inselberg is represented by the Ererê mountain range develop on the basement rocks.

 Keywords: weathering, Sertaneja depression, inselberg, Aracati, laterite

 

INTRODUÇÃO

Ao trafegar pela rodovia CE-123, entre as sedes dos municípios de Aracati-CE e Russas-CE se defronta com a serra do Ererê, localizada no limite dos municípios de Aracati e Itaiçaba-CE, em cuja base, exposta pelo leito da rodovia, aflora material siltoso a argiloso de coloração branca, similar a caulim.

Fazendo uma correlação com a estruturação dos perfis Lateríticos Maturos da Amazônia, nos quais a zona ou horizonte de caulim se apresenta na base, partiu-se da premissa de que seja possível a ocorrência desse material na região em trânsito, exposta pela erosão, como chamara atenção Xavier & Costa (2019). O presente trabalho então tomou como desafio mapear possíveis ocorrências de lateritos nessa região cearense, para entender a origem dessa manifestação de caulim. O mapeamento limitou-se às áreas dos municípios de Aracati, Itaiçaba e Palhano, ao longo das rodovias CE-371, CE-123 e no domínio da serra do Ererê em Itaiçaba e Aracati (Figura 1). A região conta com bons acessos, principalmente com a capital do estado, Fortaleza, tanto pela CE 040 (140km) como pela BR-116 (170 km).

Figura 1 – Mapa de localização da área estudada. Fonte: National Geographic Basemap, disponível em https://www.esri.com/news/arcuser/0312/national-geographic-basemap.html Acesso em 26.04.2020.

 

Em termos de geologia regional, a área em estudo faz parte da Província Borborema, Subprovíncia Setentrional, domínio Orós-Jaguaribe, com coberturas sedimentares do Fanerozoico e da Zona de Cisalhamento Jaguaribe(JSZ). Nesse contexto, os litotipos do complexo Jaguaretama e do Grupo Orós estão presentes na área. Ferreira & Santos (2000) sugerem um substrato Paleoproterozoico contínuo (Jaguaretama), sobre o qual se depositou o Grupo Orós.

A área de estudo é constituída por rochas da Faixa de Dobramentos Jaguaribeana, quartzitos, xistos e gnaisses, além de rochas  sedimentares da Formação Barreiras (arenitos, siltitos e conglomerados), principalmente expostas nos barrancos da margem esquerda do rio Jaguaribe, onde se constitui de material de coloração vermelha, cimentado por óxido de ferro, em matriz silte-arenosa, composto de quartzos, feldspatos, concreções ferruginosas e seixos de variada granulometria, dando um aspecto conglomerático ao barranco. Além dessas, são encontradas, em menor ocorrência, elúvios e colúvios, principalmente nas encostas da serra do Ererê. Esta, um inselberg típico que se destaca na planície regional de cotas baixas, denominada de Depressão Sertaneja (Figura 2-A). Suas rochas foram expostas pelas barrancas das rodovias da CE 371, CE-123, na base da serra Ererê e no leito dos rios Jaguaribe e Palhano. A serra Ererê é o único representante, na área, do domínio Maciços Residuais Cristalinos (Figura 2-B). Ele alcança até 150m de altitude, sendo alongado na direção NNW-SSE (Figura 3), destoando da direção do lineamento da Zona de Cisalhamento Jaguaribe, NE-SW.  Esse maciço é constituído predominantemente de quartzitos esbranquiçados a creme, creme amarelados e quase avermelhados, quando parcialmente intemperizados. Já a Depressão Sertaneja circundante, uma superfície plana, bastante dissecada, é recoberta por material pedregoso, tipo elúvio e solo, sobre o qual se desenvolve a típica arbustiva, rala, espinhosa, conhecida como caatinga arbustiva (Gomes Neto, 2007).

Figura 2. (A): Depressão Sertaneja vista do alto da serra do Ererê; (B): Serra do Ererê, um dos Maciços Residuais Cristalinos do Ceará.

 

Figura 3 – Detalhe da orientação NNW-SSE da serra do Ererê e NE-SW da Zona de Cisalhamento Jaguaribe. Fonte: National Geographic Basemap disponível em https://www.esri.com/news/arcuser/0312/national-geographic-basemap.html Acesso em 26.04.2020.

 

MATERIAIS E MÉTODOS

Os materiais empregados no presente estudo se restringem àqueles coletados no campo, conforme apresentado pelo mapa da figura 4. Foram coletadas 15 amostras, que após a sua etiquetação foram fotografadas e descritas mesoscopicamente. Infelizmente as primeiras análises petrográficas, mineralógicas e químicas básicas não foram mais passíveis de realização, por conta da pandemia do coronavírus que atingiu o Brasil como um todo, impedindo a realização dessas atividades.  Portanto, os resultados em apresentação restringem-se tão somente aqueles obtidos no campo, representados por descrição de afloramento.

Os afloramentos descritos e a localização das amostras coletadas, ocorreram principalmente na CE-371, CE-123, em Itaiçaba, e topo da serra do Ererê (Figura 4).

Figura 4. Mapa de pontos de coleta de amostras, ao longo da CE-371 e CE-123 e na serra do Ererê, nos municípios de Palhano, Itaiçaba e Aracati. Fonte: National Geographic Basemap disponível em https://www.esri.com/news/arcuser/0312/national-geographic-basemap.html Acesso em 26.04.2020.

 

DESCRIÇÃO E DISCUSSÃO DOS AFLORAMENTOS

Afloramento 1 (Figura 5):

Está representado por um lajedo, parcialmente coberto por vegetação rala, sobre solo pedregoso, compreendendo fragmentos rochosos centimétricos a decimétricos. Logo abaixo se destacam ortognaisses cinzas, bandados, com leucossomas quartzo-feldspáticos e paleossomas ricos em biotita, com fraturamento NE-SW e NW-SE.

Figura 5. (A): Ortognaisse fraturado nas direções NE-SW e NW-SE; (B): Ortognaisses com leucossomas quartzo-feldspáticos, preferencialmente na direção NE-SW, concordando com o lineamento Zona de Cisalhamento Jaguaribe; (C e D): Paleossoma rico em biotita, parcialmente intemperizado.

 

Afloramento 2 (Figura 6):

Situa-se nos arredores da zona urbana do município de Palhano e corresponde a uma elevação utilizada por populares em seus rituais religiosos (Figura 6-A). Ele compreende ortognaisse bandado, exibindo feições de migmatitos, de coloração cinza escuro, com neossomas e paleossomas bem definidos (Figura 6-B), equivalente ao terreno gnáissico-migmatítico do Complexo Jaguaretama, que constitui o embasamento.

Figura 6. (A) Pequena elevação correspondente ao afloramento 2, com as instalações para rituais religiosos; (B): Detalhe do ortogonais com feições migmatíticas dessa exposição, e que aflora também à margem da rodovia CE-371(B).

 

Afloramento 3 (Figuras 7 e 8):

Próximo à localidade Tabuleiro do Luna, no município de Itaiçaba,  barranco da rodovia CE- 371(Figura 7), observa-se uma zona mosqueada típica, provavelmente derivada da alteração dos ortognaisses, inclusive preseervando foliação da rocha mãe (Figura 8-A),  situada na base até a meia altura do afloramento (cerca de 1,7 m de espessura máxima), onde se destaca material silto-arenoso,  com aspecto brechoide ou “pele de onça”(Figura 8-B) e com veios de quartzo leitoso, com espessura variando de 0,20m a 0,40m, seccionando esse material (Figura 8-C).  Também é possível delinear feições concrecionárias ferruginosas, quartzo placoso cinza a cinza escuro (Figura 8-D), além de acumulações de seixos angulosos não imbricados, não estruturados, representados por quartzo e líticos (diferentes expressões de gnaisse), equivalente a conglomerado.  Em contato abrupto, observa-se provável linha de pedra formada por fragmentos de quartzo, quartzo leitoso e de rocha intemperizada em matriz silto-argilosa, similar à da zona mosqueada, com espessura variando entre 0,20m a 0,50m, descrevendo uma superfície paleo-ondulada, que emerge na extremidade esquerda da foto. Acima desta, uma zona formada por fragmentos e seixos flutuando em matriz silto-argilosa, também avermelhada, com certa semelhança a da zona mosqueada, cuja espessura varia de 0,40m a 1,7m. A zona inferior mosqueada pode representar a base de um perfil laterítico imaturo, erosivamente truncado, o que é demonstrado pela linha de pedra, a qual foi sobreposta por material eluvial a coluvionar, representado pela zona superior, cuja fonte foi a zona mosqueada. Isto é típico de processos erosionais de aplainamento.

Figura 7. Exposição da zona mosqueada derivada dos ortognaisses, a linha de pedra logo acima, e então a sequência eluvial a coluvionar formada por fragmentos e seixos suportados por matriz silto-argilosa. Rodovia CE-371, na localidade Tabuleiro do Luna, município de Itaiçaba.

 

Figura 8. (A): Zona mosqueada mantendo ainda a foliação da rocha parental, orientação (E-W), no paleossoma do ortognaisse; (B): Rocha alterada, mosqueada, aspecto brechoide, em zona de intenso faturamento; (C): Mosqueado típico mostrando bolsão de quartzo leitoso da rocha-mãe, o ortognaisse; (D): Detalhe de uma fratura de cisalhamento com quartzo placoso, cisalhado, de cor cinza a cinza escuro.

 

Afloramento 4 (Figuras 9 e 10):

O afloramento está a cinco quilômetros do 3. Em termos gerais se destaca pelo aspecto colunar do material exposto. Ele se caracteriza por uma zona inferior, de cor esbranquiçada, sucedida por outra ligeiramente mosqueada, ambas de aspecto silto-argiloso (Figura 9-A). O pacote com um todo preserva ainda vênulas de quartzo muito fraturados em posições variáveis, da horizontal a subvertical (Figura 9-B), em que por vezes fragmentos de quartzo cinza já se desagregaram e estão imersos na matriz silto-argilosa (Figuras 9-C e 9-D). Esse material é comparável ao caulim, e foi aqui assim denominado. Ele pode representar a zona inferior da mosqueada descrita no afloramento 3, à semelhança de perfil laterítico imaturo de Costa (1991) e os depósitos de caulins derivados de rochas sedimentares, graníticas e gnáissicas na Amazônia (Costa & Morais, 1998).

Figura 9. (A) Exposições de materiais tipo caulim no Afloramento 4. Zona do caulim parcialmente mosqueado: (B) zona de caulim e caulim mosqueado secionado por veio de quartzo fraturado sub-horizontal; (C): detalhe do caulim; (D) fragmentos de quartzo cinza dispersos no caulim.

 

Localmente esses depósitos de caulim foram transportados e depositados sobre depressões desenvolvidas em rochas do embasamento antigo (Figura 10-A), quando por conta do ambiente de deposição receberam muita matéria orgânica tipo húmica, que lhe conferiu a cor cinza e a leveza na densidade (Figura 10-B).  Além disso, foram perfuradas por raízes após serem ocupadas por áreas florestadas.

Figura 10. (A): Quartzitos parcialmente intemperizados, recobertos parcialmente por argila cinza escura, pouco densa e bioturbada, como mostrado em (B). Este afloramento está fora da área em estudo. Está localizado na CE-497, próximo ao Distrito Serra do Félix, em Beberibe.

 

Na região nordeste do Brasil, Ferreira & Santos (2000) relatam a ocorrência de caulim derivado da alteração intempérica de pegmatitos relacionados aos granitos do Neoproterozoico na Faixa Seridó. Gomes (2007), ao estudar o contexto tectônico de leucogranitos peraluminosos da Província Borborema, no estado de Alagoas (Bonito-Gameleira), relata a ocorrência de caulim derivado de grauvaca e quartzitos, com alto conteúdo de feldspato.

 

Afloramento 5 (Figuras 11, 12 e 13):

Maciço da Serra do Ererê, no município de Itaiçaba, com acesso pela rodovia CE-123 (Figura 11). Esse inselberg é constituído por rochas do embasamento Pré-Cambriano, com predominância de quartzitos cremes amarelados a esbranquiçados (figura 12-A), seguidos por paragnaisses e ortognaisses (figura 12-C e 12-D), muito deformados, secionados por veios de quartzo pouco espessos e de dimensões métricas. Ao topo essas rochas exibem localmente manchas em tom marrom a creme, quase esbranquiçada, indicadoras de ligeira alteração intempérica (figura 12-B). As rochas no seu todo exibem bandamento, foliação e estiramento mineral com a orientação NW-SE e N-S, concordante com a orientação geral do lineamento de crista da serra em NNW-SSE. As fraturas são muito frequentes (figura 13-A) ocupando várias direções: N-S, E-W, NE-SW e NW-SE. Depósitos eluviais delgados derivados dessas rochas, mas principalmente de quartzitos, se acumulam parcialmente nas encostas do inselberg (figura 13-B).

Figura 11. (A): Portal de acesso à cidade de Itaiçaba, tendo ao fundo o maciço Ererê, com a maior parte do seu corpo no município de Aracati; (B): Limite do acesso rodoviário, tendo ao fundo a sede do município de Itaiçaba.

 

Figura 12. (A): Quartzitos creme a esbranquiçados, intensamente fraturados, que são as rochas predominantes na serra; (B): quartzitos marrons ou castanhos; (C): paragnaisses muito intemperizados e (D): ortognaisses parcialmente intemperizados.

Figura 13. (A): Quartzito creme a esbranquiçado com intenso faturamento, sem padrão definido; (B): Elúvio-colúvio pedregoso ao longo das encostas.

 

Gomes Neto (2007), ao analisar a rede de drenagem da região, afirma que os traços principais de relevo correspondem a flancos ou charneiras de dobras, sobre as quais se ajustam os traços retilíneos da rede de drenagem, estes, ajustados às orientações do fraturamento. Assim, o rio Jaguaribe, em cuja margem direita se assenta a sede do município de Aracati, e seus afluentes, segue os lineamentos retilíneos em N-S, NE-SW, NW-SE e E-W.

A serra do Ererê é um desses relevos residuais esculpidos sobre rochas mais resistentes ao intemperismo e erosão, que se insurgiram, ou ainda se insurgem em função da tectônica ativa(neotectônica), aos processos de aplainamento ocorridos na região. São assim inselbergs bem típicos. Nessa dinâmica do intemperismo devem ter se formadas as ocorrências de caulim em perfis lateríticos imaturos truncados pela erosão em Itaiçaba.

As ocorrências de lateritos, no estado do Ceará, são relatadas por Siqueira et al (2014) como formadas a partir de granitos e gnaisse-granítico no Domínio Médio Coreaú, em área dos municípios de Granja, Martinópole e Parazinho, a noroeste do estado, corroborando com essa possibilidade de ocorrência no Domínio Orós-Jaguaribe, na Província Borborema. Da mesma forma, na praia de Picos, em Icapuí-Ce, município limítrofe com Aracati, há ocorrência de lateritos ferruginosos. Uma gruta, nesse município, foi construída com pequenos blocos de crostas ferruginosas extraídos nas imediações.

 

CONCLUSÕES

A região estudada se caracteriza por extensa planície de cotas muito baixas, a Depressão Sertaneja, em que se insurgem alguns inselbergs (Maciços Residuais Cristalinos) esculpidos em rochas do embasamento. Elas estão representadas por quartzitos, ortognaisses, migmatitos, muito deformadas, e que também foram afetadas por intemperismo paleotropical a subtropical. Isto é demonstrada pela ocorrência de caulim e zonas mosqueadas interligadas, derivadas principalmente de ortognaisses, como a parte inferior de perfis lateríticos imaturos. Essas ocorrências são aflorantes, o que permite concluir que os horizontes superiores do respectivo perfil laterítico imaturo, foram erodidos, A comprovação da intensa atividade erosiva é dada pela distribuição de paleocolúvios e paleoalúvios derivados desses materiais, pela intensa dissecação erosional e a formação de inselbergs, e que em parte ainda avança sobre os tempos modernos, com a formação de elúvios e colúvios pedregosos. As ocorrências de caulim merecem estudos de maior detalhe para avaliar a sua potencialidade.

 

Agradecimentos

Ao Prof. Marcondes pela possibilidade em permitir que pai e filho, sob sua boa insistência e orientação, pudesse tocar um projeto particular nas Geociências e pela revisão do manuscrito. Ao amigo Edilberto Nogueira Lima pelo apoio logístico na serra do Ererê.

 

REFERÊNCIAS

Costa, M.L. 1991.  Aspectos geológicos dos lateritos da Amazônia. Rev. Bras. Geociências 21(2):146-160. Disponível em http://www.ppegeo.igc.usp.br/index.php/rbg/article/view/1175 0.  Acesso em 09.04.2020.

Costa, M.L., Moraes, E.L. 1998. Mineralogy, Geochemistry and genesis of kaolins from the Amazon region. Mineralium Deposita. 33: 283-297. Disponível em https://link.springer.com/ article/10.1007/ s001260050147. Acesso em 02.12.2018.

Ferreira, C.A.; Santos, E.F. 2000. Programa Levantamentos Geológicos Básicos do Brasil. Jaguaribe SE. Folha SB.24-Z. Estados do Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba e Pernambuco. Escala 1:500.000. Geologia e Metalogênese. Brasília.  CPRM – Serviço Geológico do Brasil. Disponível em http://rigeo.cprm.gov.br.  Acesso em 11.04.2020.

Gomes, H. A. 2007. Geoquímica e contexto tectônico de leucogranitos peraluminosos do batólito Bonito-Gameleira, Domínio Pernambuco-Alagoas, Província Borborema, NE do Brasil. CTG. Programa de Pós-Graduação em Geociências. Xvii, 173 folhas. Recife. Ufpe. Disponível em www.repositorio.ufpe.br/bitstream. Acesso em 31.03.2020.

Gomes Neto, A.O. 2007.  Neotectônica do Baixo Vale do rio Jaguaribe. Doutorado Tese, Universidade Estadual Paulista, Instituto de Geociências e Ciências Exatas, Rio Claro, 182p. Disponível em www.repositorio.unesp.br/handle/11449. Acesso em 31.03.2020.

Siqueira, A.C.A; Magini, C; Dantas, E.L; Fuck, R.A. Sasaki, J.M. 2014. Lateritas do Domínio Médio Coreaú – comportamento geoquímico de mantos lateríticos do Noroeste do Estado do Ceará. Braz. J. Geol. vol.44 no.2 São Paulo. Disponível em https://doi.org/10.5327/z2317-4889201400020006.  Acesso em 11.04.2020.

Xavier, M.E.S., Costa. M.L. 2019. Visita às minas de fosfatos, caulim e bauxita na região nordeste do estado do Pará, Brasil.  Rev. BOMGEAM, 6 (2): 03. Disponível em http://gmga.com.br/categoria/bomgeam/ano-6-2019-numero-2/ Acesso em 31.03.2020.

 

 

 10.31419/ISSN.2594-942X.v72020i1a4MESX